Sabe calar tempestades com um olhar,
Carrega sorrisos como espadas suaves,
E nessa,
vai enfeitiçando o mundo com seu carisma, força e coragem.
Tem medo de ser demais,
mas morre de tédio quando é de menos.
Não nasceu pra caber.
Nasceu pra ser fogo,
pra sentir, pra romper,
pra recomeçar.
Ela não se explica.
Ela pulsa.
Ela resiste.
Ela deseja.
E um dia — talvez não hoje —
ela vai se permitir transbordar,
sem pedir licença,
sem medo de inundar.
