As folhas silenciosas
Ouvem meus passos lentos.
As nuvens solidárias
Protegem – me do imperador Sol.
As janelas faceiras se abrem
E observam meu suave caminhar.
A doce brisa,
Inocente como criança,
Afaga meus cabelos.
O canto divino dos pássaros
Acalma Minh ‘alma.
Sinto que o entardecer me acolhe,
Envolve o meu frágil ser.
O aroma dos jasmins tece
A renda da esperança.
De repente percebo
Que minhas emoções
pousam num poema.
Todos os meus sonhos
Embalam versos inocentes.
O dia finda sua jornada como eu.
A noite anuncia a hora de regressar ao abrigo,
Casulo amigo,
Evocando a presença da paz.
A vida corre. A gente corre. Entre prazos, compromissos, trânsito, boletos e a rotina que nos engole sem piedade. Mas, no meio
