Estou de alta,
numa segunda sem pauta.
Em férias não recorrentes
e dias diferentes.
Os filhos vêm;
as contas, também.
Outras rotinas,
novas cortinas;
lisas, sem estampa;
claras, amplas.
Tudo fica um pouco mais lento,
ao sabor do vento.
Não há tempestade,
só felicidade.
Mais tempo na cama;
um ou outro quilograma…
É a gratidão do corpo,
assim, não tão novo.
Fico a pensar
do meu lugar:
o tempo é pleno,
um breve evento.
A vida passa,
cheia de graça.
Pra que tantas curvas neste meu caminho? Se a reta é mais fácil, eu pergunto: Por quê? Talvez só contornem alguns empecilhos,
